sexta-feira, janeiro 09, 2015

Indicação será por competência


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Vargas disse que deseja que os indicados tenham competência e capacidade de gestão
FOTO: AG. BRASIL
Brasília. O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, afirmou ontem que a composição de cargos do governo, de indicação da presidente Dilma Rousseff, seguirá três critérios específicos. Em entrevista a jornalistas, a primeira convocada depois que assumiu o cargo, Vargas evitou comentar a eleição na Câmara dos Deputados, mas disse que o "ideal" seria que os partidos que compõem a base de apoio ao governo formassem apenas um bloco.
"Queremos que os indicados tenham competência e capacidade de gestão para as funções que devem ser ocupadas", disse o ministro. Outros dois quesitos são o histórico de probidade das pessoas indicadas e o "equilíbrio entre os partidos da coalizão que elegeu a presidenta Dilma".
Na semana passada, a presidente nomeou 20 novos ministros, manteve 15 e remanejou quatro. Os cargos do segundo escalão ainda serão preenchidos. Após descrever os critérios, Vargas evitou comentar a possibilidade de troca no comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e não se referiu a nenhum cargo específico.
Apesar de entender que o governo não interfere nas questões administrativas que envolvem as eleições para o Poder Legislativo, ele disse: "O ideal é que os partidos que compõem a coalizão que elegeu a presidenta Dilma formem um bloco unitário na Câmara dos Deputados. Nossa posição é que o ideal seria um grande bloco".
Ainda segundo Vargas, relatos de insatisfações são encarados naturalmente. "Não conheço nenhum governo na face da terra que eventualmente não possa ter uma queixa, isso é dentro da normalidade".

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