O CORRETO E O JUSTO Dois advogados, de carro, se cruzam na saída de um motel. Cada um está com a mulher do outro. Os carros param e os quatro ficam se olhando em silêncio. Constrangimento à parte, um deles respira fundo e diz: "O nobre colega há de convir comigo que nesta situação, assaz lamentável, o correto seria que a minha mulher passasse para o meu carro, e que a sua mulher voltasse com Vossa Senhoria no seu, não é mesmo?." Ao que o outro respondeu: "Concordo plenamente com o preclaro colega. Isto seria o correto. No entanto, não seria justo, levando-se em consideração o fato irrefutável de que vocês estão saindo e nós estamos chegando!"
4/6/2010 Genebra, Suíça. A Coreia do Norte afirmou, ontem, que uma guerra pode começar "a qualquer momento" na península devido à tensão com Seul depois que um navio afundou na Coreia do Sul em março.
"A situação atual na península é tão grave que uma guerra pode ocorrer a qualquer momento", declarou o vice-embaixador da Coreia do Norte em Genebra, Ri Jang Gon, em discurso para a Conferência sobre Desarmamento patrocinada pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Uma investigação internacional sobre as causas do naufrágio do navio sul-coreano Cheonan, que provocou a morte de 46 marinheiros, atribuiu o ato a um ataque de um submarino norte-coreano.
A Coreia do Sul anunciou uma série de represálias e suspendeu o intercâmbio comercial com o vizinho do Norte. No último dia 25, o regime de Pyongyang anunciou o corte de todas as relações com o Sul, expulsou funcionários do complexo industrial de Kaesong, que simbolizava a parceria entre as duas nações, e ameaçou ataques militares caso Seul cruze a fronteira marítima com o Norte.
O governo sul-coreano retaliou com a retomada da propaganda psicológica na área fronteiriça e também ameaçou ataques militares contra o Norte, além de dar início a exercícios militares que podem contar com apoio das tropas norte-americanas baseadas no país.
O Exército norte-coreano anunciou o fim do acordo destinado a prevenir confrontos armados com a Coreia do Sul.
O CORRETO E O JUSTO
ResponderExcluirDois advogados, de carro, se cruzam na saída de um motel.
Cada um está com a mulher do outro.
Os carros param e os quatro ficam se olhando em silêncio.
Constrangimento à parte, um deles respira fundo e diz:
"O nobre colega há de convir comigo que nesta situação, assaz lamentável, o correto seria que a minha mulher passasse para o meu carro, e que a sua mulher voltasse com Vossa Senhoria no seu, não é mesmo?."
Ao que o outro respondeu:
"Concordo plenamente com o preclaro colega. Isto seria o correto. No entanto, não seria justo, levando-se em consideração o fato irrefutável de que vocês estão saindo e nós estamos chegando!"
Não são as ervas más que afogam a boa semente, e sim a negligência do lavrador.
ResponderExcluirConfúcio
´Guerra pode começar a qualquer momento´
ResponderExcluir4/6/2010
Genebra, Suíça. A Coreia do Norte afirmou, ontem, que uma guerra pode começar "a qualquer momento" na península devido à tensão com Seul depois que um navio afundou na Coreia do Sul em março.
"A situação atual na península é tão grave que uma guerra pode ocorrer a qualquer momento", declarou o vice-embaixador da Coreia do Norte em Genebra, Ri Jang Gon, em discurso para a Conferência sobre Desarmamento patrocinada pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Uma investigação internacional sobre as causas do naufrágio do navio sul-coreano Cheonan, que provocou a morte de 46 marinheiros, atribuiu o ato a um ataque de um submarino norte-coreano.
A Coreia do Sul anunciou uma série de represálias e suspendeu o intercâmbio comercial com o vizinho do Norte. No último dia 25, o regime de Pyongyang anunciou o corte de todas as relações com o Sul, expulsou funcionários do complexo industrial de Kaesong, que simbolizava a parceria entre as duas nações, e ameaçou ataques militares caso Seul cruze a fronteira marítima com o Norte.
O governo sul-coreano retaliou com a retomada da propaganda psicológica na área fronteiriça e também ameaçou ataques militares contra o Norte, além de dar início a exercícios militares que podem contar com apoio das tropas norte-americanas baseadas no país.
O Exército norte-coreano anunciou o fim do acordo destinado a prevenir confrontos armados com a Coreia do Sul.