sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Creche do Bairro dos Venâncios!





Com previsão para ser entregue em Agosto/2011, a creche do Bairro dos Venâncio tem capacidade para 300 crianças

PMDB dá seu recado


O Globo
A votação do salário mínimo na Câmara acabou sendo melhor do que o próprio governo poderia esperar. A adesão integral do PMDB, com 100% de votos a favor do governo, é fato inédito, uma demonstração de lealdade e de controle da base partidária pela direção do partido.
O vice-presidente Michel Temer reuniu os 77 deputados federais da bancada no dia anterior e conseguiu tirar um compromisso de votação que se materializou.
Esse também foi um aviso do PMDB, de que, da mesma maneira que ele tem uma bancada que vota unida em favor de determinado assunto de interesse do governo que integra, essa unidade pode se voltar contra o governo caso os interesses do partido não sejam atendidos, como não estão sendo até agora.
Além desse comprometimento peemedebista, outro fato que deve ter surpreendido agradavelmente o governo foi que apenas 15 deputados da base aliada votaram contra o mínimo de R$ 545, com o detalhe de que nove desses votos vieram do PDT, uma dissidência irrisória numa base que pode variar de 380 a 400 deputados.
Alguns deputados que votaram contra a proposta do governo na base aliada têm atuação individualista, pois não necessitam nem do partido nem do governo para se eleger, como é o caso de Paulo Maluf, do PP de São Paulo, que tem lá seu eleitorado cativo.
Assim também o novato Tiririca, do PR, que votou pelo mínimo de R$ 600 defendido pelo PSDB. A primeira reação do deputado foi dizer que votara com o governo, mas, quando a lista oficial da votação saiu, ele assumiu que votara a favor da maior proposta, alegando que estava ali "por causa do povo".

Em defesa do SUS

Um dado curioso na pesquisa do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) sobre a qualidade dos serviços prestados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) nos oferece a oportunidade de observar com mais clareza os desafios que temos de enfrentar para melhorar a Saúde no país: quem não usa a rede pública é mais crítico ao desempenho do SUS do que quem é atendido.
Numericamente, o SUS tem uma aprovação de 30,4% entre aqueles que utilizaram o sistema público pelo menos uma vez nos últimos 12 meses, enquanto apenas 19,2% daqueles que não usaram o serviço no mesmo período o consideraram bom. Mantendo o mesmo período de comparação, 27,6% dos usuários da rede pública avaliaram o SUS como ruim, índice que salta para 34,3% entre os que usam apenas a rede privada.
Isso significa que todas as críticas feitas à saúde pública são mero preconceito? Não. Em qualquer demografia, a avaliação mais frequente foi “regular” —resultado que não pode ser considerado satisfatório por nenhuma das esferas de governo.
Porém, cruzando as avaliações de atendimentos específicos, e também as de avaliação da rede privada, percebemos que há, sim, um forte componente subjetivo entre as numerosas críticas feitas periodicamente ao SUS: o senso comum de que o serviço público não tem qualidade.
As principais reclamações de quem utiliza os planos de saúde privados, por exemplo, são os preços das mensalidades e o fato de que alguns procedimentos não estão incluídos nos planos, ou não são reembolsados pelos planos quando foi necessário fazê-los. O SUS, por outro lado, tem em seus principais elogios o acesso a todos os tratamentos e o atendimento feito de forma igualitária, sem distinções.
Ou seja, o SUS tem suas maiores qualidades exatamente onde estão os pontos fracos inerentes à cobertura oferecida pelos planos de saúde: a universalidade e a gratuidade. No aspecto prático, os problemas são muito parecidos, tanto na rede pública, quanto na particular. Enquanto os entrevistados apontaram que a primeira sofre mais com a falta de médicos, ambas têm problemas de demora para marcar consultas.

José Dirceu64, é advogado, ex-ministro da Casa Civil e membro do Diretório Nacional do PT

Frase do dia.

"Estou sempre preparado para ir embora".

Carlos Lupi, ministro do Trabalho e presidente licenciado do PDT, sobre pressão porque 9 dos 27 deputados de seu partido votaram por um salário mínimo superior a R$ 545,00

Reajuste do salário mínimo não cobre inflação de 2011 e deve criar embate com aposentados

Manifestantes no Congresso acompanham a votação do mínimo/Foto de Andre Coelho
BRASÍLIA - Mesmo que ainda não tenha sido convertido em lei, o reajuste do mínimo para R$ 545 a partir de março deve criar outro embate judicial. O Sindicato Nacional dos Aposentados, filiado à Força Sindical, decidiu pedir aos tribunais que o novo piso incorpore também a inflação de janeiro e fevereiro de 2011, o que poderia elevar o valor do salário a cerca de R$ 550. A correção aprovada na Câmara é ligeiramente superior ao INPC acumulado de 2010, que fechou em 6,47%. Preocupados com os reajustes nos próximos anos, PSDB e PPS já afirmaram que vão contestar no Supremo Tribunal Federal (STF) a possibilidade de a presidente da República definir o valor anual do salário mínimo por meio de decreto, evitando, assim, a votação no Congresso.
A CUT, porém, discorda do cálculo e considera que a compensação da inflação total de 2011 virá no reajuste de janeiro de 2012. Isso porque a política de valorização salarial aprovada na lei cria a regra de reajuste anual até 2015 e inclui a inflação acumulada do ano anterior e a variação do PIB de dois anos antes. Segundo Artur Henrique, presidente da central, pode ocorrer uma disputa para retroagir o valor de R$ 545 para janeiro e fevereiro.
- O Sindicato Nacional dos Aposentados já tomou essa decisão. Vai pedir na Justiça que o reajuste, que valerá a partir de março, quando virar lei, contenha o reajuste da inflação de janeiro e de fevereiro - disse o deputado Paulo Pereira (PDT-SP), o Paulinho da Força.
Segundo ele, o sindicato irá argumentar que o reajuste deve incorporar a inflação dos últimos 14 meses. Dessa forma, em 2012, somente a inflação a partir de março precisaria ser considerada.
Segundo o IBGE, o INPC de janeiro de 2011 ficou em 0,94%, superior ao 0,88% registrado em janeiro de 2010. No primeiro trimestre de 2010 o INPC acumulado foi de 2,31%.
Fonte: O Globo

Charge

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Lourenço Torres ´´ 13 mil alunos serão beneficiados ´´

Vereador do PT lourenço Torres

Um projeto do Vereador Lourenço Torres (PT) tramitará hoje na sessão municipal (17), que garante aos quase 13 mil alunos o direito de ter o kit farda, que beneficiará alunos da rede de ensino fundamental, o projeto que já foi antes apreciado e votado pelos parlamentar volta a casa em forma de lei.
O vereador espera contar com a participação de todos os diretores, para ele é fundamental que todos estejam munidos para agilizar este benefícios.
´´  Na realidade este projeto já foi aprovado pela Câmara, ele foi sancionado pelo prefeito e voltou como forma de lei, que dizer, que não mudou nada, os vereadores irão apenas ratificar, para que agente a segure aos quase 13 mil alunos este fardamento escolar, e provavelmente uma parte do material escolar ´´
O vereador esteve reunido com o atual secretario de educação do município,  segundo ele, Dr. Mauro Soares, achou viável, e deverá avaliar também a parte do material escolar, para que possa abranger todos os alunos da rede municipal.
´´ o que esperamos é que os pais de alunos,diretores e o sindicato, possam discutir esta questão, e ver em que eles podem ajudar, quando falamos em fardamento, falamos em educação física, falamos de um bom tênis , de outras áreas que fazem este tema importante para o ensino o município ´´ diz o Vereador
Ainda segundo o parlamentar  ele ainda não foi procurado por diretores e nem pelo sindicato, mais informou que á enviou e-mail para todos, para que eles possam estar a par do assunto.
Fonte:CN

Anônimo disse...

Anônimo MAIS DUAS AÇÕES DESUMANAS. disse...

ENFERMEIRA BATE EM UMA CRIANÇA DE 01 ANO, NO HOSPITAL SÃO LUCAS, DONA ANTONIA DE MARIA, AFIRMOU, QUEO O FREFEITO CARLOS FELIPE É ORDINÁRIO.

Nesta quinta-feira, dia 17 de fevereiro, a SENHORA ANTONIA DE MARIA, que reside na rua Coronel Lúcio, 91, falou na Rádio Poti, que o prefeito Carlos Felipe é um ORDINÁRIO, só precisa do pobre na hora do VOTO, que testemunhou, que a água que colocam no garrafão, que dão para o povo beber no Hospital São Lucas, é de péssima qualidade, fede a lama, como se o povo fosse animal, enquanto isso, outros bebem água mineral, afirmou também, que uma ENFERMEIRA BATEU em uma criança de um ano, que mora no Realejo, que irá denunciar a enfermeira, para que ela pague por ter batido na criança.

Oscar Godói é baleado em tentativa de assalto em São Paulo

Ex-árbitro teve pulmão perfurado e bala ficou alojada no pescoço. Ele foi submetido a cirurgia na manhã desta quinta-feira

Pedro Taveira, iG São Paulo

O ex-árbitro Oscar Roberto Godói, de 55 anos, foi baleado na noite de quarta-feira em uma tentativa de assalto no bairro de Perdizes, Zona Oeste de São Paulo. Ele levou três tiros, um no tórax, um no pescoço e outro de raspão na barriga, após ser abordado por um homem quando estacionava seu carro na altura do nº 531 da rua Diana.
Investigadores do 23º Distrito Policial, onde o caso foi registrado, disseram que câmeras de um prédio vizinho gravaram as imagens da tentativa de assalto. O vídeo mostra que Godói se atracou com o criminoso e os dois caíram no chão, quando ocorreram os disparos.
Uma equipe de resgate encaminhou Godói para o HC (Hospital das Clínicas), onde ele foi sedado e submetido a cirurgia exploratória para avaliar a complexidade das lesões. Um dos pulmões do ex-árbitro foi perfurado por uma das balas e outra ficou alojada entre sua coluna cervical e veia jugular.
Médico, vereador e conselheiro do São Paulo, Marco Aurélio Cunha, afirmou que o quadro é grave, mas está controlado. O HC ainda não se pronunciou oficialmente. Um boletim médico é esperado para os próximos minutos.
De acordo com investigador do 23º DP, nenhum pertence do ex-árbitro foi roubado na tentativa de assalto. O suspeito continua foragido.
Godói, que também é jornalista formado, foi comentarista de arbitragem da "TV Bandeirantes" e trabalha atualmente na rádio "Transamérica". Na noite de quarta, ele saiu para jantar com o empresário de futebol Francisco Monteiro, o Todé, o ex-atacante Luizão, e Valdir Joaquim de Moraes, ex-preparador de goleiros.

Furnas e Caixa estão na lista da fatura do PMDB após mínimo

Depois de votar em massa no salário de R$ 545, o PMDB quer indicar uma diretoria em Furnas e uma vice-presidência na Caixa

Adriano Ceolin, iG Brasília


Depois de votar de forma absoluta na proposta de aumento do salário mínimo de R$ 545, o PMDB começa hoje a cobrar a fatura do Palácio do Planalto. O partido do vice-presidente da República Michel Temer quer ocupar os cargos que restam no segundo escalão.

Ainda durante a votação realizada no fim da noite desta quarta-feira, o iG conversou com integrantes do PMDB sobre o assunto.

Foto: AE
Deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB) reforçou na votação que os deputados do PMDB foram conforme orientação do governo

Ignorado na formação do primeiro escalão, o PMDB de Minas Gerais já anunciou que vai lutar para emplacar o ex-deputado Marcos Lima numa diretoria da empresa de energia elétrica Furnas. “Ele é o nosso indicado”, disse o deputado Newton Cardoso (PMDB -MG).
Também integrante da bancada mineira do PMDB, o deputado Leonardo Quintão confirmou o apoio a Marcos Lima para ocupar uma diretoria em Furnas. “O presidente Flavio Decat deverá indicá-lo para uma diretoria para acabar com as insatisfações”, disse.
Decat foi escolhido presidente de Furnas no lugar de Carlos Nadalutti, que havia sido indicado pela bancada do PMDB do Rio de Janeiro. O líder do PMDB na Câmara,  (RN), entrou em rota de colisão com o Palácio do Planalto ao tentar mantê-lo no posto.
Após a votação de ontem do salário em mínimo, Alves fez questão de ressaltar na tribuna que os 77 deputados presentes na sessão votaram de acordo com a orientação do governo. “Demos uma grande demonstração hoje”, disse. Mesmo sem anuência de Alves, peemedebistas que foram à Câmara ontem insistem em pedir cargos.
Apesar de ter trocado a Casa pelo Senado, o senador Wilson Santiago (PMDB-PB) acompanhou parte da votação do mínimo na Câmara e disse que batalhará pela nomeação do ex-governador da Paraíba José Maranhão (PMDB) para a vice-presidência de Loterias da Caixa Econômica Federal. “Estamos esperando a confirmação. Está quase tudo certo”, disse.
O deputado Danilo Forte (PMDB-CE) negou que a definição do novo presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) esteve condicionada à votação do salário mínimo. Ele tenta definir um nome junto com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
“Não disse que uma coisa estava ligada à outra”, afirmou Forte. Segundo o deputado, deve haver uma reunião entre o líder do PMDB, Padilha e o ministro Palocci ainda nesta quinta-feira (17) para a escolha do novo presidente da Fundação. O mais cotado é Ruy Gomide.
iG apurou, no entanto, que a presidência da Funasa também foi oferecida ao PT de Minas Gerais ligado aos ex-ministros Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) e Luiz Dulci (Secretaria Geral da Presidência).

Câmara derruba emendas e aprova salário mínimo de R$ 545


Emendas que elevavam mínimo para R$ 560 e R$ 600 são rejeitadas.
Governo Dilma Rousseff enfrentou primeiro teste do ano no Congresso.

Do G1, em Brasília
Com a rejeição de duas emendas que previam reajustar o salário mínimo para R$ 560 (do DEM) e R$ 600 (do PSDB), a Câmara dos Deputados aprovou integralmente, no início da madrugada desta quinta (17), o projeto de valorização do mínimo apresentado pelo governo.
Com isso, o salário mínimo, atualmente em R$ 540, passa a R$ 545. A votação foi o primeiro grande teste da capacidade de coesão da base governista na Câmara.
Para entrar em vigor, a proposta necessita agora de aprovação no Senado, onde a votação deve acontecer na próxima semana. Se os senadores introduzirem modificações, a proposta terá de voltar para a Câmara. Do contrário, será enviada para sanção presidencial.
Deputados se manifestam durante sessão de votação do reajuste do salário mínimo (Foto: Celso Júnior /Agência Estado)Deputados se manifestam na sessão de votação do reajuste do salário mínimo (Foto: Celso Jr. / Ag. Estado)
A discussão e votação na Câmara durou quase dez horas - a ordem do dia para votação do reajuste do mínimo começou pouco antes das 15h e terminou à 0h25 desta quinta (17).
Antes da votação das emendas do PSDB e do DEM, o plenário aprovou em votação simbólica (pelos líderes das bancadas) o texto básico do projeto de lei do Executivo que estabelece diretrizes para a valorização do salário mínimo entre 2012 e 2015 e fixa em R$ 545 o valor do novo mínimo. A proposta tem como base para os reajustes o índice da inflação mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores.
Em seguida, foram votadas, na forma de destaque em separado, as emendas do PSDB e do DEM. A emenda dos tucanos propunha um mínimo de R$ 600. O plenário rejeitou por 376 votos contra 106 a favor da emenda e sete abstenções 
emenda do DEM, que estipulava um mínimo de R$ 560, caiu por 361 votos, com 120 votos a favor e 11 abstenções 
Ao final da votação das emendas, o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), abriu uma nova sessão extraordinária para votação de um destaque apresentado pelo deputado Roberto Freire (PPS-SP).
Freire questionava a constitucionalidade de um dos artigos do projeto do governo, segundo o qual, com a aprovação da política para o salário mínimo até 2015, o valor do mínimo nos próximos anos passará a ser fixado por decreto pelo governo, com base nos critérios estipulados pelo projeto.
Segundo Freire, com isso o Congresso perderia a prerrogativa de fixar o valor do mínimo ano a ano. Na votação, a proposta do deputado do PPS foi rejeitada por 350 votos contra, 117 a favor e duas abstenções.
Urgência
Na noite de terça (15), o projeto de lei do salário mínimo teve aprovado o regime de urgência, para que pudesse ser votado nesta quarta. Enquanto a matéria não fosse apreciada, nenhum outro projeto poderia ser votado pela Câmara.
os ministros de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, e da Casa Civil, Antonio Palocci, assistiram juntos à votação do salário mínimo no Palácio do Planalto. A presidente Dilma Rousseff deixou a sede de governo às 22h54, pouco depois de a proposta de R$ 600 do PSDB ser rejeitada.A votação do salário mínimo foi o primeiro grande teste do governo da presidente Dilma Rousseff na Câmara. Nesta terça, o governo enviou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para defender a proposta do governo na sessão especial que a Câmara realizou para debater o tema com centrais sindicais,empresários e parlamentares.
O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza, disse que a base aliada mostrou unidade. “A dissidência é tão insignificante que não vale a pena discutir esse assunto. A fidelidade da base aliada está aprovada e foi testada e fortalecida nesse debate político. Não passamos por cima de ninguém. Ganhamos o debate político e ganhamos a votação”, disse.

Cid diz que quer Ciro no Senado

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Governador quer eleger o sucessor e ficar fora da política por um tempo. Ele defende os cortes no Orçamento
O governador Cid Gomes (PSB) disse, ontem, em conversa com internautas, no fim da tarde, que não será candidato nas eleições de 2014, quando termina o seu segundo mandato, pois está interessado é na eleição de Ciro Gomes para o Senado. Ele disse também ter pretensões de ficar no PSB e da disposição de apoiar um candidato do PT à Prefeitura de Fortaleza, no próximo ano, dependendo, porém do nome que for apresentado pelo partido.

Sobre a eleição do novo presidente da Assembleia Legislativa, o governador, ao ser questionado quanto à sua interferência na eleição da Mesa, não estaria ferindo a democracia, disse ter agido como presidente do PSB e que Roberto Cláudio foi escolhido por todos os deputados do partido, ressaltando as qualidades dele e acrescentando que será um nome de "muito futuro na política do Ceará".

Cid Gomes respondeu várias perguntas dos quase 400 internautas que acompanharam a sua participação na Internet. Quase todos os questionamentos foram relacionados à administração estadual.

O governador aprovou a decisão da presidente Dilma Rousseff (PT) em fazer cortes no Orçamento da União para este ano, afirmando que os congressistas inflaram a previsão orçamentária para a apresentação de emendas e que, na posição dela (presidente), teria feito o mesmo.
Todo Governo, no seu início, deve fazer cortes no Orçamento para garantir juntar dinheiro para os projetos que terão de ser desenvolvido no curso da administração. Cid Gomes não fez referência aos valores que deveriam ser encaminhados para o Ceará, como reportado por parlamentares do nosso Estado.
Segundo ainda o governador, a decisão da presidente em fazer os cortes no Orçamento teve a finalidade de mostrar para o mercado a disposição do Governo brasileiro de enfrentar o problema da inflação.
Acquario
Ao ser questionado sobre algumas obras estaduais, Cid Gomes disse que o Acquario vai colocar o Ceará dentre os locais mais significativos para o turismo e que a obra já está sendo tocada. Ele falou da importância do Centro de Eventos para o setor turístico do Estado, notadamente quando dos períodos entendidos como de baixa estação.
Embora evitando responder algumas indagações que ele dizia ser "provocação", Cid Gomes disse que autorizou os reitores das universidades Uva e Urca a realizarem concurso público para preenchimento de pouco mais de 60 vagas de professores e que nada há de concreto sobre a federalização dessas universidades que funcionam no Interior do Estado.
Ele reafirmou o compromisso de concluir as obras do Estádio Castelão, no início de 2013, e que pediu à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para sediar a Copa das Confederações em Fortaleza, naquele ano, e está otimista quanto à aceitação do pedido.
O governador não gostou das insistentes perguntas sobre a Defensoria Pública do Estado, embora tenha respondido a indagações sobre salários, aumento do quadro e outras vantagens para dizer que todos os compromissos assumidos com aquele órgão foram cumpridos.
Fonte:DN

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

Dr. Mauro Pleiteia candidatura para 2012.


Um acordo entre o prefeito atual Dr. Carlos Felipe e vice-prefeito Dr.Mauro Soares, pelo menos está são as informações preliminares de levam o nome do Petista a pleitear uma posição maior no executivo municipal.
No meio político,a novidade para que este fato aconteça, é a desistência do Dr. Carlos Felipe para a reeleição para o pleito de 2012 já que o atual prefeito não tem mais interesse em se eleger, deixando aberto a vaga para a candidatura do atual secretario de educação do município.
Com isso as pretensões do Elder Leitão á concorrer a vaga na base do prefeito, veio a ficar em segundo plano, a não ser que, a Deputada Gorete Pereira, usando de sua capacidade persuasiva convença o prefeito a lançar a sua candidatura.
Correndo por fora, vem ex-presidente do legislativo, Márcio Cavalcante, que anda afirmando que ira a concorrer como cabeça de chapa, que sonha deste a sua infância em vestir a manta do poder executivo, talvez a viagem ao gabinete do Deputado Domingos Neto, já seria uma iniciativa de puxar apoio do Vice-Governador e de seu filho que hoje almeja um lugar ao sol no poder legislativo Nacional.
Esta agora a oposição começar a se reunir para este caldeirão ficar mais fervoroso, o que não muda muita coisa, porque Crateús respira política, politicagem e a politiqueiros.
Fonte:CN

Charge

À espera de cargos, base aliada promete aprovar mínimo de R$ 545

Dilma promove teste de fidelidade e condiciona nomeações à aprovação do salário no valor desejado pela Fazenda

Adriano Ceolin e Andréia Sadi, iG Brasília |

Diante da promessa de que irá ganhar os cargos que restam no segundo escalão do governo da presidenta Dilma Rousseff, a base aliada se comprometeu a aprovar nesta quarta-feira (16), na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que reajusta o salário mínimo para R$ 545 contra as propostas de R$ 560 e R$ 600.
Pelos cálculos de integrantes da base e até mesmo da oposição, o governo deve vencer com uma diferença de entre 150 e 200 votos. Com aval do Palácio do Planalto, a liderança do governo aceitou realizar votação nominal (em que o deputado registra o voto) para testar a fidelidade dos seus aliados.
Foto: agencia brasil
O PDT é o único partido que defende o valor de R$ 560, o que coloca em risco o emprego do ministro Carlos Lupi (Trabalho)
Até agora, o único foco de resistência na base governista é o PDT. O  - que é também presidente nacional licenciado do PDT. Os pedetistas têm o apoio dos oposicionistas do DEM.
No restante da base governista, as dissidências serão mínimas. Segunda maior bancada na Câmara, o PMDB garantiu 65 dos seus 78 votos. O partido é o principal interessado na nomeação de cargos de segundo escalão.
“Após a votação do salário mínimo, vamos ter uma reunião com os ministros Antonio Palocci (Casa Civil) e Alexandre Padilha (Saúde) para definir um nome de consenso para a presidência da Funasa (Fundação Nacional de Saúde)”, disse o deputado Danilo Forte (PMDB-CE).
Presidente da Funasa até abril do ano passado, Forte foi substituído por seu aliado Faustino Lins. Em princípio, Forte tentou mantê-lo no posto. Diante da negativa do governo, busca entrar em acordo com Padilha para indicar um nome de consenso entre PT e PMDB.
Nesta terça-feira (15), o vice-presidente da República e presidente licenciado do PMDB, Michel Temer, foi pessoalmente à Câmara pedir que a bancada do partido votasse de acordo com a orientação do governo.
Mesmo após ter perdido o comando da empresa estatal de energia elétrica Furnas, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) desistiu de apresentar uma emenda para o salário mínimo no valor de R$ 560.
Cunha contou que atendeu a um pedido do líder da bancada do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN). “Iam dizer que é retaliação”, disse. “Os R$ 560 vão surpreender, mas não o suficiente para derrubar a proposta do governo”, apostou o deputado.
O líder Henrique Alves tem uma previsão mais otimista. Ele acredita que 70 dos 78 votos do PMDB serão favoráveis à proposta do governo. Para integrantes do PMDB, seria “um desgaste desnecessário” votar contra o que quer a presidenta Dilma neste início de mandato.
exigência de fidelidade da base foi assunto da reunião de coordenação política realizada na segunda-feira (14). "A orientação é clara: aliado que é aliado vota com o governo. Se não votar, que vá compor a oposição. Não dá para fazer pose de governo na Esplanada e mudar quando chega no Congresso”, relatou ao iG um dos ministros presentes à reunião
‘Lupi tem coragem’
O líder do PDT da Câmara, Giovanni Queiróz (PA), disse não estar impressionado com a pressão do governo. “Temos uma bandeira histórica de defesa do salário mínimo e do trabalhismo”, disse, referindo-se ao antigo PTB, que deu origem ao PDT.
Queiróz lembrou a demissão de João Goulart, então ministro do segundo governo do presidente Getúlio Vargas (1951-1954), por ter defendido o aumento que visava dobrar o valor do salário mínimo. Jango tornou-se a principal liderança do PTB após o suicídio de Vargas.
PSB, PR e PP
A líder do PSB na Câmara, Ana Arraes (PE), anunciou que a bancada fechou questão para votar os R$ 545. No entanto, na reunião que antecedeu o anúncio, os deputados socialistas Julio Delgado (MG) e Luiz Erundina (SP) chegaram a defender o valor de R$ 560.
Ana é mãe do presidente nacional do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que tenta mostrar o partido como um dos principais aliados da presidenta Dilma.
Além do PSB, PR, PTB e PP fecharam questão no valor de R$ 545. "Vamos votar todos com o governo", disse o deputado Paulo Maluf (PP-SP). "Queremos só a garantia de que haverá reajuste da tabela do Imposto de Renda", afirmou o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ).
PSDB quer R$ 600
Apesar de não acreditar na vitória, o PSDB vai defender a aprovação de uma emenda para o aumento do mínimo ser de R$ 600. "Nosso poscionamento é mais político. Sabemos que é muito difícil uma vitória", afirmou o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG).
Os tucanos, porém, acreditam que o formato da votação nominal irá constranger os integrantes da base aliada. "É claro que a votação nominal causa problema para muita gente. Afinal de contas, vão ter de assumir que estão querendo um valor abaixo da inflação", disse Jutahy Júnior (PSDB-BA).